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O que é o programa vizinhança solidária?

O que é o programa vizinhança solidária?

Saiba mais sobre o programa vizinhança solidária promovido pela Polícia Militar do Estado de São Paulo

 

Não é de hoje a preocupação do ser humano com a sua segurança e de seus familiares, não é mesmo? Pensando nisso, porque não se aproximar dos seus vizinhos de rua e, juntos, buscarem maior integração e zelo pela segurança de todos? Essa é justamente a proposta do programa Vizinhança Solidária!

Criado em 2009 pela Polícia Militar, o programa teve seu início após um grupo de síndicos de condomínios na região do Itaim Bibi tê-los procurado. O principal objetivo do programa é o de fomentar reuniões constantes entre os vizinhos, com a participação de representantes da polícia, a fim de discutir ações voltadas para a segurança da comunidade.

Desde a sua fundação o programa se expandiu e hoje já é aplicado em diferentes localidades. E para que seja passível de acontecer, o programa Vizinhança Solidária quer resgatar a integração e entrosamento entre os moradores de uma mesma rua, que em decorrência das rotinas cada vez mais frenéticas, veio se perdendo ao longo dos últimos anos.

Esse vínculo solidário atuaria como um mecanismo que contribuiria com o policiamento preventivo, redução da criminalidade local, bem como a busca por soluções adequadas aos demais problemas relativos ao tema da segurança dos moradores.

 

Conexões

 

A retomada e estimulo de um relacionamento mais próximo entre moradores de uma mesma vizinhança contribui para uma quebra de barreiras entre as residências e eleva-se o sentimento de pertencimento aquela região em si.

Compreender que estar atento a segurança dos moradores que residem próximo a você, significa estar antenado à segurança dos seus próprios familiares. Enxergar a residência do outro como uma extensão da sua, como uma teia de conexões que compõe a rua, ajudam a potencializar esse tipo de relacionamento e a confiança de uns nos outros.

Quebrar o gelo tende a estimular cada vez mais a participação de todos dentro da comunidade, além de um olhar mais cuidadoso no que se refere ao monitoramento local, gerando ainda uma rede de informações ricas que atravessa fronteiras e pode englobar outros pontos a melhorar existentes na rua e/ou no bairro.

 

Prevenção primária

 

Investir na prevenção primária é apontado pela própria Polícia Militar como o degrau inicial no combate ao crime. No caso, o morador de dada localidade sente e acompanha diariamente causas e efeitos do crime, o que acaba se tornando uma ferramenta para auxiliar na orientação e direcionamento das ações desempenhadas pela polícia.

Dessa forma, a participação e engajamento dos moradores em um programa como a vizinhança solidária vai ajudar no resgate da sensação de segurança na região onde você mora. Por isso, considere e analise a viabilidade de instaurar o programa por onde vive e, caso o programa já exista na sua região, não deixe de participar!

 

Ferramentas

 

Além das ferramentas utilizadas pela PM, como reuniões com a comunidade, aproximação das lideranças comunitárias e monitoramento dos indicadores criminais na região, os próprios moradores podem e devem organizar a troca de informações, bem como sinais para identificar que está tudo bem ou se há situações de problema.

No caso, investir em sinais ou códigos que possam complementar uma comunicação já feita via grupos de Whatsapp, por exemplo. E é nesse momento que o apito ganha papel de destaque. Um acessório barato e acessível que pode ser de grande importância em momentos de normalidade, apitando duas vezes para indicar esse status, por exemplo, ou um apito mais constante que vai remontar a uma situação de emergência em uma residência vizinha.

Pequenas ações que junto a meios como o apito, podem tornar o processo ainda mais efetivo e eficiente!

 

Na prática

 

A implantação do programa é voluntária e pode acontecer em ruas não somente de um bairro, mas de uma região. Além disso, ele pode acontecer com a identificação de um comércio local que tenha obtido o Certificado de Análise de Risco e de Vulnerabilidade.

Ainda, como já mencionamos, o uso de tecnologias como o Whatsapp, bem como de ferramentas como um apito, são meio simples, para atingir um fim relevante e que trará benefícios à todos!

Ficou interessado? A Apitos Rocket, referência na fabricação e comercialização de apitos de qualidade, pode te ajudar na hora de equipar os moradores da sua vizinhança! Oferecendo os melhores apitos, procuramos sempre ajudar os nossos clientes encontrando a melhor opção para cada necessidade. Entre em contato conosco para solicitar um orçamento e aproveite para conhecer todos os produtos com a qualidade Rocket!

O que é EPI (Equipamento de proteção individual)?

O que é EPI (Equipamento de proteção individual)?

Entenda a importância que o EPI tem na execução do seu trabalho


Se você atua (ou pretende atuar) na área de segurança, opera alguma máquina ou é guarda de trânsito, é muito importante saber o que é um EPI (equipamento de proteção individual) e o papel que ele cumpre tem dentro da rotina de trabalho. Além de ser um item (ou mais) importante para a execução de determinada tarefa, o EPI tem papel importante na prevenção de acidentes de trabalho!


Como já citado no texto em que falamos sobre as diferentes funções do apito, esse item pode e é utilizado por guardas de trânsito, visando orientar e controlar o tráfego de automóveis; no transporte hidroviário, junto ao colete salva-vidas, a fim de indicar a sua localização caso esteja em alto-mar e o barco tenha naufragado; e, não menos importante, os seguranças utilizam o apito para minimizar os riscos do ambiente de trabalho, seja para alertar transeuntes sobre algum perigo ou para chamar socorro, se necessário.


Nesse contexto é válido mencionar que existe uma norma regulamentadora, voltada para tais equipamentos. A Norma Regulamentadora nº 06 (ou NR-06), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que define um EPI como “todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho”.


Como definir quais EPI usar?


A escolha dos equipamentos de proteção individual vai variar de acordo com o tipo de trabalho que será executado. Por isso, esteja atento as atividades que vai desempenhar, para separar os itens que sejam cruciais a elas! Esses equipamentos podem ser desde um apito para guardas de trânsito, como também operadores de máquinas que atuem em ambientes de risco e/ou com muita poluição sonora.


Nesse momento, o importante é entender quais serão os perigos envolvidos na rotina da pessoa que executará a atividade e, a partir deles, quais são as partes do corpo que vão necessitar de proteção. Confira abaixo alguns dos itens mais comuns que compõe os famosos EPI:

  • Para a cabeça: capacete;
  • Audição: protetores auriculares e tampões;
  • Parte respiratória: máscaras; aparelhos filtrantes;
  • Para face e proteção dos olhos: viseiras, máscaras e óculos;
  • Mãos e braços: luvas de variados materiais e tamanhos, visando a proteção contra riscos mecânicos, químicos, biológicos, térmicos ou elétricos;
  • Pés e pernas: sapatos, coturnos, botas, tênis, apropriados para os riscos contra os quais se quer proteger: mecânicos, químicos, elétricos e de queda;
  • Contra quedas: cinto de segurança, sistema anti-queda, arnês, cinturão, mosquetão; e
  • Tronco: avental;

Como saber se o equipamento é seguro?


É muito importante que os profissionais das áreas de segurança e saúde do trabalho saibam que o equipamento de proteção individual (EPI) só poderá ser comercializado, seja ele de origem nacional ou importado, se o mesmo dispor do Certificado de Aprovação (CA) emitido pelo órgão que é competente no que tange a segurança e saúde do trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego.


Este selo, quando presente no EPI, demonstra que o produto foi aprovado e submetido a diferentes testes (rigorosos por sinal) no que se referem a aspectos como resistência e qualidade. Dessa forma, o usuário do equipamento poderá utilizá-lo sabendo que o mesmo se encontra em ótima condição e deve ser usado com tranquilidade.


As empresas e o uso do EPI


O colaborador deve estar ciente de que é responsabilidade da empresa o fornecimento dos equipamentos de proteção individual, a partir das atividades para as quais foi contratado a cumprir. Porém, não são todos que sabem como utilizar todos os itens corretamente, dessa forma, a organização deve ainda garantir o treinamento do corpo de funcionários que for utilizar determinado equipamento visando garantir o máximo de eficiência e eficácia do item.


Além disso, nesse contexto é muito importante ainda destacar que o colaborador que é usuário de um determinado equipamento deve estar atento a sua deterioração e perda de funcionalidades, pois isso pode trazer prejuízos muito altos envolvendo, inclusive, acidentes graves. Para tanto, quando uma situação como essa for percebida, busque a sua manutenção em casos onde é possível, caso contrário, substitua o EPI por um novo.


EPC x EPI


Os equipamentos de proteção coletiva (EPC) visam proporcionar a preservação da saúde e integridade dos colaboradores de uma maneira geral. Para ficar mais fácil de visualizar, pense naquelas faixas de isolamento (com tiras pretas e amarelas), placas de sinalização, piso antiderrapante, sistemas de purificação do ar, entre outras possibilidades.


O uso do EPC pode contribuir com uma redução dos acidentes de trabalho, trazer melhorias nas condições de trabalho e muitas outras vantagens. Como é possível identificar, a principal diferença entre os dois tipos de equipamentos, EPC e EPI, se dá pelo número de indivíduos envolvidos na utilização e/ou acesso a itens de segurança, ou seja, um está voltado para o bem-estar coletivo, enquanto que o outro é destinado para o indivíduo que vai desempenhar atividades de risco, sozinho.


Segurança do trabalho e o EPI


A segurança do trabalho dentro de uma empresa tem o objetivo de identificar, avaliar e controlar as situações de risco as quais os trabalhadores podem estar ou serem expostos em diferentes atividades.


A partir desse mapeamento, a equipe vai elaborar uma série de normas e procedimentos a serem seguidos, visando reduzir o número de acidentes de trabalho. E entre tais exigências está a aplicação do uso de EPCs e EPIs, além da correção ou ajuste de métodos que não estiverem funcionando, por exemplo.


Não se esqueça de usar EPI


É essencial ter a compreensão de que mais do que seguir as normas estabelecidas pela sua empresa, bem como por órgãos reguladores, garantir a utilização correta desses itens é necessária para garantir a sua saúde e integridade física! Esteja atento e não deixe de usar um EPI em situações de risco onde a sua utilização é mais do que necessária.


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